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Deus quer que  nossa vida funcione bem
 
Deus quer que  nossa vida e ministério funcione bem e que possamos sentir que as coisas estão fluindo, ou seja, que encontramos significância em nossas vidas, pois não somos obra do acaso e sim fruto do sonho de Deus.Precisamos nos posicionar como guerreiros do Senhor, pois o inimigo tem trabalhado incessantemente para que as nossas vidas e ministérios sejam estagnados e estéreis.Infelizmente, há muitos homens e mulheres de Deus que têm sentido e visto suas vidas amarradas e seus sonhos engavetados, pessoas de grande potencial que tem tudo para dar certo, mas que inexplicavelmente não estão vendo nada acontecer. 
Isto ao longo do tempo tem gerado frustração e desânimo em muitos servos do Senhor. O Senhor nos chamou para sermos frutíferos podemos ver isto em toda a Bíblia, veja em seguida alguns destes trechos:  Disse mais Deus: Façamos um homem, um ser semelhante a nós, e que domine sobre todas as formas de vida na terra, nos ares e nas águas. Deus criou então o homem semelhante ao seu Criador; assim Deus criou o homem. Homem e mulher - foi assim que os fez. Deus os abençoou, e disse-lhes: Multipliquem-se, encham a terra, dominem-na e também toda a vida animal da terra, dos mares e dos ares;Gênesis 1: 26-28 Não foram vocês quem me escolheram, mas eu vos escolhi a vocês e vos nomeei para irem e produzirem fruto, e fruto que perdure, de modo que o Pai vos dê tudo o que lhe pedirem em meu nome.João 15:16O
 Que fazer? 
1. Precisamos identificar a raiz do problema;
Quais são os obstáculos que você precisa remover da sua vida?Quais são os limites que o inimigo tem colocado sobre sua vida e que você não consegue superar?Busque do Senhor, peça para Ele lhe mostrar, caso você não consiga identificar. 
2. Sejamos sinceros com nós mesmos;
O que depende de Deus e o que depende de você para que esses obstáculos sejam removidos e a sua vida funcione melhor?Você vai observar que muitos destes obstáculos serão removidos com atitudes que partam de você. Posicionamentos que não é Deus quem tem que tomar por você.Alguns desses obstáculos são:
· Indisciplina;
· Desorganização;
· Perda de tempo com coisas banais;
· Distração que o tira do foco das coisas verdadeiramente importantes;
· Má administração do tempo.
3. Usemos a armas espirituais que o Senhor nos deu.  
Em Marcos 9:29 Jesus disse que há castas que só saem por meio de jejum e oração. Este é um tempo em que o Senhor está convocando seu exército para que todos as obras do inimigo contra as nossas vidas sejam desfeitas em nome de Jesus. · Diga ao obstáculo: Lança-te ao mar em nome de Jesus.Outro segredo espiritual está em Marcos 11: 20-24. Jesus disse que se tivéssemos fé poderíamos dizer ao monte: atira-te ao mar; e assim lhe seria feito.Creio nesta palavra por isso é tempo de você dizer aos montes que estão entre você e a sua promessa: atira-te ao mar em nome de Jesus!É hora de se posicionar.Esses obstáculos vão cair por terra em nome de Jesus:
· Problemas financeiros;
· Problemas sentimentais
· Mágoas· Depressão
· Síndrome do pânico
· Angústia
· Tristeza
· Solidão
· Desânimo
· Dificuldades nos relacionamentos
· Dificuldade de concentração
· Passado· Superficialidade
· Temperamento
·  Neste tempo lutaremos e veremos os obstáculos caindo por terra em Nome de Jesus!  
 via Ministério Novo Tempo
Bispo Marcelo Albuquerque

Deus quer que nossa vida funcione bem

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Mais um bispo de igreja evangélica é denunciado no Brasil


Em Mato Grosso, no Brasil Central, o bispo Sidney Furlan, da Igreja Mundial do Poder de Deus, cujo dono é o apóstolo Valdomiro Santiago, está sendo acusado de truculência e lavagem de dinheiro em igreja, pelo pastor Emanoel Alves, da mesma igreja.
Essas denúncia engrossa as já existentes contra a conduta e postura do bispo Sidney Furlan, que segundo fontes evangélicas explora quase toda a programação do Canal 8 de TV na Grande Cuiabá, arrendado pela Igreja Mundial do Poder de Deus, do apóstolo Valdomiro Santiago, que antes retransmitia a Bandeirantes.
Dia 30, o bispo Furlan expulsou da igreja o pastor Emanoel Alves, sob a acusação de falta grave. Revoltado e no desespero por não ter onde morar, o pastor nega ter cometido qualquer irregularidade e anuncia que, junto com outros dois pastores Ailson Santos Correia e Edmiran Mendes da Silva), que também foram “escurraçados” da Mundial, vai denunciar o bispo ao Ministério Público.
Acusam Furlan de promover um esquema de lavagem de dinheiro e de forçar pastores a proporcionar lucros à igreja, por meio de ofertas e dízimos, sob pena de serem expulsos da igreja e acusados de roubo.
Chorando as mágoas e arrependido, diz que estava na Mundial havia sete meses e, sob orientação da igreja, mudou-se de Nova Brasilândia para a Cuiabá, a capital, há cerca de dois meses, que durante este período não recebeu salário e que, sem razões aparente, o bispo o expulsou.
O pastor diz ainda que não tem sequer um centavo nem onde morar. Ele recebeu o apoio e solidariedade de Ailton, irmão de Ailson Santos, outro pastor expulso da Mundial.
Segundo um site da Internet ligado aos evangélicos, os pastores expulsos disseram que a regra imposta pela Igreja Mundial aos pastores é dura. Eles recebem orientação para “até vender tudo que possui” com a finalidade de difundir e criar estrutura da igreja nos municípios. “Se a investida não for bem-sucedida, ficam no prejuízo, acabam expulsos e se vêem em condições humilhantes”.
Segundo previsão dos pastores expulsos, Sidney Furlan controla uma arrecadação de doações dos fiéis da ordem de R$ 1 Milhão e que em todo o Brasil a tem mais de mil igrejas.
O bispo foi procurado para comentar as denúncias feitas pelos três pastores expulsos, mas seus assessores dificultaram o contato. Por fim, um ex-vereador de Cuiabá, Milton Rodrigues, teria se identificado como uma espécie de assessor de imprensa da Igreja e disse que iria tomar conhecimento dos fatos para apresentar uma versão oficial da igreja, o que não ocorreu. 

Fonte: Pravda.ru

Mais um bispo de igreja evangélica é denunciado no Brasil

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A Fé Favorece A Cura

Quando era um jovem clínico geral, Harold Koenig foi consultado sobre a paciente Rose Berrar (nome trocado para proteger a privacidade) hospitalizada havia um mês após cirurgia do quadril. O marido morrera de um derrame e, durante o funeral, a mulher escorregara no gelo, fraturando o quadril.

- Ela está emocionalmente vulnerável - preveniu o cirurgião.

- Não vejo como alguém possa enfrentar tudo isso - concordou Koenig.

Um "fato da vida" tão devastador pode muitas vezes deflagrar depressão clínica, que é prejudicial à recuperação.

Mas quando Koenig entrou no quarto, Rose o cumprimentou efusivamente.

-Em que posso ajudá-lo, doutor? O médico procurou os sinais mais óbvios de depressão: fadiga, olheiras ou olhos avermelhados de tanto chorar, dificuldade de concentração. Não encontrou nenhum. Ela reconheceu que atravessava um momento triste, mas não via a hora de voltar para o lado dos outros membros da família.

Koenig pensou que a paciente estava se recusando a aceitar a realidade. Entretanto, à medida que falava com ela, percebeu que Rose simplesmente vinha enfrentando bem a situação.

- Qual o seu segredo? - perguntou ele.

- Se desperto sozinha ou com medo, leio a Bíblia ou converso com Deus. Ele sempre está presente, mesmo na falta dos meus entes queridos. É isso, acima de tudo, que me faz seguir adiante.

Koenig ficou impressionado, mas foi apenas quando a paciente se restabeleceu com poucas complicações que ele começou a perceber o significado médico de uma fé tão profunda. Outros pacientes começaram a lhe contar como a religião os ajudara a enfrentar o infortúnio, acelerando assim a cura física.
Koenig, 46 anos, é pioneiro no estudo científico do potencial de cura da fé. Sua equipe reuniu provas convincentes de que a fé religiosa não apenas promove boa saúde geral, mas também ajuda na recuperação de doenças graves.

"Ao orar a Deus", observa Koenig, os pacientes religiosos "controlam indiretamente suas doenças." Acreditam que não estão sozinhos na batalha e que Deus está pessoalmente cuidando deles. Tal crença os protege contra o isolamento psicológico que castiga tantos doentes graves.

Num estudo envolvendo 455 idosos hospitalizados, por exemplo, Koenig observou que a média de internação daqueles que freqüentavam a igreja mais de uma vez por semana era de quatro dias. Os que nunca ou quase nunca iam à igreja permaneciam hospitalizados de 10 a 12 dias.

Quando Koenig começou a revelar suas observações aos colegas, muitos se mostraram céticos. Consideravam a fé irrelevante para a medicina. Em anos recentes, entretanto, outros pesquisadores vêm relatando observações similares. Como resultado, um número cada vez maior de médicos começa a compreender o papel que a fé pode desempenhar no processo de cura.

Um estudo da Faculdade de Medicina de Dartinouth revelou que a probabilidade de pacientes cardíacos morrerem após a cirurgia era 14 vezes maior entre aqueles que não participavam de atividades de grupo nem encontravam conforto na religião. Num prazo de seis meses após a cirurgia, 21 pacientes morreram - mas entre os 37 que se declararam "profundamente religiosos" não ocorreu nenhuma morte.

Pesquisadores em Israel estudaram 3.900 pessoas vivendo em kibutzim durante um período de 16 anos. Seus achados: a taxa de mortalidade relacionada com doenças cardiovasculares e câncer era 40% mais baixa nos indivíduos religiosos do que em seus pares sem religião.

Um estudo da Universidade de Yale abrangendo 2.812 idosos revelou que aqueles que nunca ou raramente freqüentavam a igreja apresentavam uma taxa de acidente vascular cerebral quase duas vezes mais alta do que aqueles que freqüentavam a igreja semanalmente.

A Fé Favorece A Cura

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Israel no Haiti - a resposta desproporcional

 

Missão israelense no Haiti é a que mais atende feridos graves

 

O hospital de campanha montado pela equipe humanitária israelense no Haiti está sendo chamado pelas demais equipes internacionais de socorristas de "Hospital Rolls Royce", por conta do número e da qualidade de recursos disponíveis. A capacidade de atendimentos prevista para o hospital é de 500 pacientes por dia, mas é comum que esta quantidade seja ultrapassada, por conta do enorme número de pessoas feridas. Desde o último dia 13 de janeiro, quando diversas missões internacionais começaram a se instalar na capital haitiana para prestar socorro às vítimas do terremoto que devastou o país, a base dos israelenses tem atendido aos casos mais urgentes. Com um longo histórico de missões humanitárias ao redor do mundo, os mais de 200 homens e mulheres israelenses conseguiram instalar em Porto Príncipe um centro com uma farmácia completa; uma ala pediátrica; um departamento de radiologia de alta tecnologia; uma Unidade de Terapia Intensiva completa, e ainda uma sala de emergência; duas salas de cirurgia; uma maternidade e um departamento de medicina interna.
Mais da metade do contingente de Israel no Haiti é composto de militares especializados em busca e resgate sobre ruínas e identificação de corpos. O restante da missão possui 40 médicos, 44 enfermeiras e 20 paramédicos, todos pertencentes à Magen David Adom, organização equivalente à Cruz Vermelha de Israel. Por ser o mais equipado, o hospital de campanha israelense tem recebido os casos mais graves, cujas demais unidades internacionais não têm capacidade de atender. Um destes casos foi o de uma mulher grávida ferida num desabamento e em avançado trabalho de parto. O menino foi batizada de "Israel", em homenagem aos paramédicos. A equipe da rede ABC filmou o procedimento.
Uma mulher haitiana grávida de oito meses chegou ao hospital de campanha das Forças de Defesa de Israel no país. Ela deu à luz
um menino saudável, que recebeu o nome de Israel (acesse aqui)
  • Israel tem uma ampla experiência na atuação em eventos desta natureza, como demonstram os exemplos abaixo:
  • Terremoto na Armênia (dezembro de 1988) – as equipes de resgate operaram durante 12 dias auxiliando a salvar as pessoas presas nas ruínas;
  • Terremoto no México (setembro de 1985) – as equipes de resgate operaram durante 16 dias, salvando 55 pessoas das ruínas;
  • Terremoto na Grécia em 1999 – as equipes de resgate auxiliaram a resgatar diversos sobreviventes; 
  • Ajuda às vítimas de um terremoto na Turquia em 1999 – Foram enviadas duas equipes de resgate e construído um hospital de campanha. A delegação resgatou 12 sobreviventes e 140 vítimas. O hospital atendeu 1.200 pacientes, efetuou 40 cirurgias e a equipe ajudou 15 mães a dar à luz;
  • Após a explosão de um carro bomba perto da Embaixada Americana do Quênia, em 1998, a equipe de resgate trabalhou para localizar e resgatar 96 vítimas. Esta equipe foi a primeira a chegar ao local do atentado;
  • Ajuda às vítimas de uma explosão de um carro bomba no Sinai Hilton Hotel em 2004, a equipe de resgate de Israel chegou à cena da explosão e ajudou a resgatar diversas pessoas presas nas ruínas do hotel;
  • Atentado à AMIA (comunidade judaica) de Buenos Aires, Argentina, em junho de 1994. As equipes trabalharam durante nove dias para resgatar os feridos, dentre eles, 81 mortos.

Matérias publicadas pela imprensa brasileira e internacional sobre a atuação de Israel no Haiti:

  • Veja um vídeo da CNN sobre a atuação de Israel no Haiti: acesse aqui.
  • Veja a reportagem especial “Israel envia equipes de salvamento para o Haiti” feita pela correspondente da GloboNews em Tel-Aviv, Daniela Kresch:acesse aqui.
  • Veja a reportagem exibida no programa "Fantástico", da Rede Globo, com imagens do salvamento de uma pessoa pela equipe israelense no Haiti:acesse aqui.
  • Veja o vídeo com a chegada e montagem do hospital de campanha de Israel no Haiti: acesse aqui.
  • O jornal O Globo destacou, em sua capa, uma criança haitiana sendo atendida por médicos israelenses. Acesse aqui.
  • Veja uma reportagem feita pelo canal americano Fox News sobre os médicos israelenses no Haiti: acesse aqui.
  • A rede de TV americana “ABC” produziu uma matéria especial sobre o nascimento de uma menina no hospital de campanha israelense: acesse aqui.
  • Veja uma reportagem da CBS News que mostra as dificuldades das equipes médicas nos salvamentos no Haiti: acesse aqui.
Colaboração: Embaixada de Israel no Brasil, Victor Grinbaum e Sergio Rosenboim

Israel: resposta desproporcional

Muitos líderes e países do mundo acusam Israel de responder desproporcionalmente às agressões do Hezbollah no Líbano e do Hamas em Gaza. Entretanto, é tempo que a mídia internacional fale de outra resposta desproporcional de Israel. O terrível terremoto que devastou o Haiti tem gerado respostas de muitas nações. Os Estados Unidos mandaram suprimentos e pessoal. A Inglaterra mandou 64 bombeiros e 8 voluntários. A França mandou tropas para ajudar na “procura e salvamento”. Muitos países mandaram dinheiro. Já o mundo muçulmano e árabe mandou... nada! Israel, uma nação de 7,6 milhões de pessoas mandou um time de 220 pessoas que inclui pessoal médico e um hospital no Haiti, que tratará de 500 pessoas por dia, com um grupo de “procura e salvamento” especializado e suprimentos médicos. Isto foi feito da mesma maneira como agiu em outros terremotos, como em Gujarat na Índia, em 2001, e na Turquia. Israel tem sido dos mais generosos em auxílio e assistência. A Turquia parece ter esquecido isso, e está se aconchegando ao Irã. O juiz Goldstone, que apresentou um trabalho condenando Israel na operação contra o Hamas em Gaza, onde está você agora? A ocupação favorita da ONU parece ser demonizar Israel. Resoluções condenando Israel continuam sendo feitas, enquanto Sudão, China, Rússia e outros continuam com seus crimes contra as minorias. Penso que já é tempo para o mundo saber da resposta desproporcional de Israel (David Roizenblit, de Israel - tradução: Jayme Gudel - Extraído de http://www.jornalalef.com.br/ - http://www.beth-shalom.com.br).

Israel no Haiti

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Pecado é pecado.



Um paulista, trabalhando pesado, suado, terno e gravata, vê um baiano deitado numa rede, na maior folga.
O paulista não resiste e diz:
-Você sabia que a preguiça é um dos sete
pecados capitais?
E o baiano, sem nem se mexer, responde:
- A inveja também!

(Mateus 7:5) - Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão.

Pecado é pecado.

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Quando Deus quer não tem jeito
 
Uma senhora muito pobre telefonou para um programa cristão de rádio, pedindo ajuda.

Um bruxo do mal, que ouvia o programa, resolveu pregar-lhe uma peça.

Conseguiu seu endereço, chamou seus funcionários e ordenou que fizessem uma compra e levassem para a mulher, com a seguinte orientação:

- Quando ela perguntar quem mandou, respondam que foi o diabo!

Ao chegarem à casa, a mulher os recebeu com alegria e foi logo guardando os alimentos.

Os funcionários do bruxo, conforme a orientação recebida, lhe perguntaram:

- A senhora não quer saber quem lhe enviou estas coisas?

A mulher, na simplicidade da fé, respondeu:

- Não meu filho. Não é preciso. Quando Deus manda, até o diabo obedece!

Portanto, não se preocupe de que maneira virá sua vitória; quando Deus determina, ela vem, e vem mesmo!

Quando Deus quer não tem jeito..

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O PODER DA LÍNGUA


Por volta do ano 2000 antes de Cristo, um mercador grego, rico, queria dar um banquete com comidas especiais. Chamou seu escravo e ordenou-lhe que fosse ao mercado comprar a melhor iguaria. O escravo voltou com belo prato, coberto com fino pano. O mercado removeu o pano e assustado disse:

- Língua? Este é o prato mais delicioso?

O escravo sem levantar a cabeça, respondeu:

- A língua é o prato mais delicioso, sim senhor. É com a língua que você pede água, diz “mamãe”, faz amizades, conhece pessoas, distribui seus bens, perdoa. Com a língua, você conquista, reúne as pessoas, se comunica, diz “meu Deus”, ora, canta, conta histórias, guarda a memória do passado, faz negócios, diz “eu te amo”.

O mercador, não muito convencido, quis testar a sabedoria do seu escravo e o enviou novamente ao mercado, ordenando-lhe que trouxesse o pior dos alimentos. Voltou o escravo com lindo prato, coberto por fino tecido, que o mercador retirou, ansioso, para conhecer o alimento mais repugnante.

- Língua, outra vez! Diz o mercador, espantado.

- Sim, língua, diz o escravo, agora mais altivo. É a língua que condena, separa, provoca intrigas e ciúmes. É com ela que você blasfema e manda para o inferno. A língua expulsa, isola, engana o irmão, responde para a mãe, xinga o pai...

A língua declara guerra! É com ela que você pronuncia a sentença de morte.

Não há nada pior que a língua, não há nada melhor que a língua.

Depende do uso que se faz dela.



“A língua, porém, nenhum dos homens é capaz de domar; é mal incontido, carregado de veneno mortífero” Tiago 3:8

“Honroso é para o homem o desviar-se de contendas, mas todo insensato se mete em rixas” Provérbios 20:3
via Jesus site

O PODER DA LÍNGUA

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Os beijos da caixinha

Há algum tempo atrás, um homem castigou a sua filha de 3 anos por desperdiçar um rolo de papel de presente dourado.
O dinheiro era pouco naqueles dias, razão pela qual o homem ficou furioso ao ver a menina a embrulhar uma caixinha com aquele papel dourado e a colocá-la debaixo da árvore de Natal.
Apesar de tudo, na manhã seguinte, a menina levou o presente ao seu pai e disse: "Isto é para ti, Papá!"
Ele sentiu-se envergonhado da sua furiosa reacção, mas voltou a "explodir" quando viu que a caixa estava vazia.
Gritou e disse: "Tu não sabes que quando se dá um presente a alguém, coloca-se alguma coisa dentro da caixa?"
A menina olhou para cima, com lágrimas nos olhos, e disse: "Oh Papá, não está vazia. Eu soprei beijinhos para dentro da caixa. Todos para ti, Papá".
O pai quase morreu de vergonha, abraçou a menina e suplicou-lhe que lhe perdoasse.
Dizem que o homem guardou a caixa dourada ao lado da sua cama por anos e, sempre que se sentia triste, chateado, deprimido, pegava na caixa e tirava um beijo imaginário, recordando o amor que a sua filha ali tinha colocado.
De uma forma simples, mas sensível, cada um de nós tem recebido uma caixinha dourada, cheia de amor incondicional e beijos dos nossos pais, filhos, irmãos e amigos...
Ninguém tem uma propriedade ou posse mais bonita que esta.

fonte: Mensagens para nós dois
Autor desconhecido

Os beijos da caixinha

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Quase todo mundo já ouviu falar sobre ela, menos eu: Jessica Cox, Americana que entrou para a História como a primeira pessoa sem braços que conseguiu permissão para pilotar avião. E com méritos.

"Nascida sem os braços por conta de um defeito genético, a americana Jessica Cox vem ganhando popularidade nos Estados Unidos como exemplo de superação ao se tornar a primeira pessoa a dirigir um avião somente com os pés e conseguir uma licença de piloto de avião esportivo.
Aos 25 anos e formada em psicologia, Jessica trabalha com palestras motivacionais, nas quais sua história é contada como forma de incentivar a superação de obstáculos. A aparente limitação física não a impede de levar uma vida normal.

Desde a infância, Jessica aprendeu a usar os pés para realizar tarefas do dia-a-dia como escovar o cabelo, usar o computador, colocar lentes de contato, preparar uma refeição ou falar ao telefone. Jessica também aprendeu a dirigir usando os pés e conseguiu uma carteira de motorista sem restrições, usando um carro comum, sem adaptações."

Desde a primeira infância suas pernas serviram-lhe de mãos. Como todas as crianças, ela passou por várias fases de desenvolvimento. Ela aprendeu a comer sozinha, escrever, tudo através das pernas. Ao longo da infância, ela participou de várias atividades como: natação, ginástica, dança. Jessica começou a praticar Taekwon-Do quando tinha 10 anos e aos 14 ela já receberia uma faixa preta.

Através das pernas ela imprime uma média de 25 palavras por minuto. Ela faz coisas que uma pessoa "naturalmente" normal não consegue fazer. Pessoas assim nos ajudam a tornar a refletir sobre nosso posicionamento diante dos problemas e limitações, de tal modo que possamos afastar os flagelos do derrotismo, das constantes lamentações e do negativismo e aprender a ter atitudes e pensamentos mais construtivos e positivos. Este é um verdadeiro Sonho de Ícaro.
Jessica usa lentes quando quer, ela mesmo coloca e retira.

http://www.rightfooted.com/see/
http://jacksonangelo.blogspot.com/2008/12/psicloga-jessica-cox-primeira-pilota.html
http://www.youtube.com/watch?v=CoQMZ87O_v4

Como vale a pena assistir histórias assim e refletirmos sobre o poder de Deus agindo na vida das pessoas deficientes e de pessoas normais, e mesmo assim somos ingratos a tudo o que nosso Deus tem nos dado de maravilhoso.
Chamo atenção para todos os leitores para sabermos agradecer os dons que temos e tudo o que de graça recebemos, parece que estou batendo na mesma tecla pela terceira vez, "SIM", precisamos ser gratos, o Senhor se alegra quando agradecemos e porque não começar hoje?

"Senhor obrigada por poder tocar o coração das pessoas que lêem os artigos publicados neste blog, e que de maneira alguma ele está sendo usado para engrandecimento pessoal e sim apenas engrandecimento espiritual daquele que aqui encontrar uma palavra que chegue ao seu coração da maneira mais singela e pura que é o amor de Deus por nós"
Obrigada mais uma vez aos meus leitores.

Via: Crislaine Meireles
"Que a paz que excede todo entendimento esteja presente em sua vida".

Exemplo de Vida de Jessica Cox

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NÃO DEIXE DE IR A IGREJA

1 - Admoestais uns aos outros no amor de Cristo.
(Hebreus 10:25) - Não deixando a nossa congregação, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia.
26 - Porque, se pecarmos voluntariamente, depois de termos recebido o conhecimento da verdade, já não resta mais sacrifício pelos pecados,
27 - Mas uma certa expectação horrível de juízo, e ardor de fogo, que há de devorar os adversários.
28 - Quebrantando alguém a lei de Moisés, morre sem misericórdia, só pela palavra de duas ou três testemunhas.
29   De quanto maior castigo cuidais vós será julgado merecedor aquele que pisar o Filho de Deus, e tiver por profano o sangue da aliança com que foi santificado, e fizer agravo ao Espírito da graça?
30   Porque bem conhecemos aquele que disse: Minha é a vingança, eu darei a recompensa, diz o Senhor. E outra vez: O Senhor julgará o seu povo.
31   Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo.
 
(II Pedro 2:10) - Mas principalmente aqueles que segundo a carne andam em concupiscências de imundícia, e desprezam as autoridades; atrevidos, obstinados, não receando blasfemar das dignidades;
(I Tessalonicenses 5:2)   Porque vós mesmos sabeis muito bem que o dia do Senhor virá como o ladrão de noite;
3   Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão.
4   Mas vós, irmãos, já não estais em trevas, para que aquele dia vos surpreenda como um ladrão;
5   Porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite nem das trevas.
6   Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos, e sejamos sóbrios;  
(Colossenses 3:1) - PORTANTO, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus.

2 - Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra;
       a)      Conversão é substituição de hábitos e só a participação na Igreja local pode preencher as novas necessidades dos crentes
b)      O progresso da obra é determinado pelo nível de participação de cada um de nós. E ela depende disto.
c)       Porque ele oferece as condições necessárias para o nosso desenvolvimento a fim de alcançarmos maturidade que nos tornarão pessoas úteis à preparação do reino de Deus.

Pastor Julio Fonseca
www.idagospel.com

NÃO DEIXE DE IR A IGREJA

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 Pastores e Lobos

Pastores e lobos têm algo em comum: ambos gostam de ovelhas, e vivem perto delas. Assim, muitas vezes, pastores e lobos nos deixam confusos pra saber quem é quem. Isso porque lobos desenvolveram uma astuta técnica de se disfarçar em ovelhas interessadas no cuidado de outras ovelhas. Parecem ovelhas, mas são lobos. No entanto não é difícil distinguir entre pastores e lobos. Urge a cada um de nós exercitarmos o discernimento para descobrir quem é quem.


Pastores buscam o bem das ovelhas, lobos buscam os bens das ovelhas.
Pastores gostam de convívio, lobos gostam de reuniões.
Pastores vivem a sombra da cruz, lobos vivem a sombra dos holofotes.
Pastores choram por suas ovelhas, lobos fazem suas ovelhas chorarem.
Pastores têm autoridade espiritual, lobos são autoritários e dominadores.
Pastores têm esposas, lobos têm coadjuvantes.
Pastores têm fraquezas, lobos são poderosos.
Pastores olham nos olhos, lobos contam as cabeças.
Pastores apaziguam as ovelhas, lobos intrigam as ovelhas.
Pastores têm senso de humor, lobos levam a sério.
Pastores são ensináveis, lobos são donos da verdade.
Pastores têm amigos, lobos têm admiradores.
Pastores se extasiam com o mistério, lobos aplicam técnicas religiosas.
Pastores vivem o que pregam, lobos pregam o que não vivem.
Pastores vivem de salários, lobos enriquecem,
Pastores ensinam com a vida, lobos pretendem ensinar com discursos.
Pastores sabem orar em secreto, lobos só oram em público.
Pastores vivem pra suas ovelhas, lobos se abastecem de suas ovelhas.
Pastores vão para o púlpito, lobos vão para o palco.
Pastores são apascentadores, lobos são marqueteiros.
Pastores são servos humildes, lobos são chefes orgulhosos.
Pastores se interessam pelo crescimento das ovelhas, lobos pelo das ofertas.
Pastores apontam para Cristo, lobos apontam pra si mesmos.
Pastores são usados por Deus, lobos usam as ovelhas em nome de Deus.
Pastores falam da vida cotidiana, lobos discutem o sexo dos anjos.
Pastores se deixam conhecer, lobos se distanciam e ninguém chega perto.
Pastores sujam os pés na estrada, lobos vivem em palácios e templos.
Pastores alimentam as ovelhas, lobos se alimentam das ovelhas.
Pastores buscam a discrição, lobos se autopromovem.
Pastores conhecem, vivem e pregam a graça,lobos vivem sem lei e pregam a lei.
Pastores usam as Escrituras como texto, lobos usam as Escrituras como pretexto.
Pastores têm compromisso com o Reino, lobos têm compromissos pessoais.
Pastores vivem uma fé encarnada, lobos vivem uma fé espiritualizada.
Pastores ajudam as ovelhas a se tornarem adultas, lobos perpetuam a infantilidade.
Pastores confessam os seus pecados, lobos expõem o pecado dos outros.
Pastores são simples e comuns, lobos são vaidosos e especiais.
Pastores têm dons e talentos, lobos têm cargos e títulos.
Pastores são transparentes, lobos têm agendas secretas.
Pastores dirigem igreja comunidade, lobos dirigem igreja- empresas.
Pastores pastoreiam ovelhas, lobos seduzem ovelhas.
Pastores trabalham em equipes, lobos são prima-donas.
Pastores constroem vínculos de interdependência, lobos aprisionam a co-dependência.
Os lobos estão entre nós é oportuno lembrar-nos do aviso de Jesus Cristo: “Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós disfarçados em ovelhas, mas interiormente são devoradores.(Mt.7:15 )

Via : BETAMAR

Pastores e Lobos

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Denzel Washington – Mantendo a fé

Denzel Washington Book of Eli.
por Brett McCracken

Denzel Washington é muito mais do que apenas um superstar, ganhador de Oscar. Ele é um cristão que leva a sério o seu papel … mesmo que isto signifique um pouco de sangue, como em seu novo filme: Book of Eli.
Denzel Washington é um dos mais bem sucedidos e respeitados atores de Hollywood. Mas o vencedor de duas estatuetas do Oscar (em 1989 e 2001 de Glória de Dia de Treinamento) é também um dos mais atuantes cristãos de Hollywood.
Filho de um pastor pentecostal de Mount Vernon, Nova York, Denzel, aos 55 anos, há mais de 30, tem participado ativamente da igreja West Angeles Church of God in Christ, lê sua Bíblia todas as manhãs, e sempre escolhe papéis em que pode “passar” uma mensagem positiva ou o reflexo de sua profunda fé pessoal.
A está em todo lugar no novo filme pós-apocaliptico de Denzel: The Book of Eli, que estreou sexta-feira e está sendo promovido com outdoors com os trocadilhos “B-ELI-EVE” (Acredite) e “D-ELI-VER US.” (Salve-nos). No filme, Denzel assume o papel de um viajante misterioso que tem um facão como arma, chamado Eli, dirigido por Deus para proteger a última cópia da Bíblia existente na Terra – isso mesmo, a Bíblia – e levá-la para o ocidente, para protegê-la de bandidos que procuram usá-la como uma “arma” de controle.
O personagem de Denzel no filme utiliza a violência intensamente – esquartejando os bandidos em cada esquina -, mas que começa a se sensibilizar quando conhece uma garota inocente (Mila Kunis), que o lembra que podemos ficar tão presos em proteger a Palavra de Deus que, por vezes esquecemos-nos de vivenciá-la.
Para Denzel, “vivenciá-la” é essencialmente caracterizado pelo amor e sacrifício. A mensagem final de Eli, diz ele, é “faça mais pelos outros do que você faria para si mesmo”. Esta uma mensagem que Denzel sempre ouviu desde criança.
“Oramos a respeito de tudo, todos os dias”, disse Denzel a membros da mídia religiosa na semana passada, em Los Angeles. “E sempre terminamos com ‘Amém. Deus é amor’. Eu imaginava que ‘Deus é amor’ era apenas uma expressão. Levei muito tempo para aprender o que realmente significava. Eu não me importo com o livro que você lê ou no que você acredita, se você não tiver amor, se você não amar o seu próximo, então você não tem nada”.
Embora Denzel não seja um grande fã da palavra “religião”, e se abstenha de qualquer posicionamento do tipo “Eu estou certo, você está errado”, ele não se envergonha de falar, sem rodeios, sobre sua fé cristã.
“Eu creio que Jesus é o Filho de Deus”, diz ele. “Eu fui batizado no Espírito Santo. Eu sei que isso é real. Eu estava numa sala. Meu rosto ‘explodiu’, chorei como um bebê, e aquilo quase me ‘matou de susto’. Um tipo de medo que chacoalhou minha vida. Vou ser honesto com você, levantei-me e segui na direção oposta daquela que deveria. Eu não sabia o que estava acontecendo. Foi muito forte. Levei muitos anos para dar meia-volta”.
Recentemente, sentado em sua casa lendo a Bíblia (esta é a terceira vez que ele está lendo-a do início ao fim), Denzel se deparou com uma passagem sobre a sabedoria e entendimento em Provérbios 4, que o fez refletir sobre sua vida.
“Estou nesta enorme casa cheia de todas essas coisas”, observou. “Eu ouvi a Bíblia me dizendo: ‘Você nunca vê um caminhão de mudanças atrás de um carro funerário. Você não pode levar todas essas coisas consigo. Os egípcios tentaram, mas foram roubado. Eu disse: ‘O que você quer, Denzel?’ E uma das palavras da devocional daquele dia era sabedoria. Então comecei a orar ‘Deus, me dê uma porção daquilo’. Eu já consegui todo o sucesso possível na minha carreira. Mas eu posso ficar melhor. Eu posso aprender a amar mais. Eu posso aprender a ser mais compreensivo. Eu posso ganhar mais sabedoria”.
Assim como seu personagem em The Book of Eli, Denzel acredita na vocação profética e, por isso, tenta aproveitar ao máximo do trabalho que ele acredita ter sido lhe dado pelo próprio Deus: no seu caso, a fama mundial e uma das carreiras cinematográficas mais profícuas de sua geração. Denzel se lembra de uma história de quando ele tinha 20 anos, que demonstra como ele relaciona intimamente a sua fé com sua carreira.
Era 27 de março de 1975 e Denzel – que acabara de ser expulso da escola – estava sentado no salão de beleza de sua mãe. Uma senhora que, enquanto secava os cabelos e olhava fixamente para ele, de repente, pediu-lhe um pedaço de papel e, de forma trêmula, escreveu a palavra “profecia”. Aquela mulher era Ruth Green, uma das mais antigas mulheres da igreja mais antiga da cidade, conhecida por ter um dom da profecia. Naquele dia, ela disse a Denzel: “Rapaz, você irá viajar pelo mundo e falar para milhões de pessoas.”
ImageNaquele verão, Washington era um equipante em um acampamento da YMCA (Associação Cristã de Moços) em Connecticut. Os equipantes faziam esquetes para os acampantes, e alguém sugeriu a Denzel que ele tinha um talento natural para aquilo e deveria prosseguir atuando. Naquele outono, Denzel voltou a estudar no campus da Universidade Fordham, de Lincoln Center, onde iniciou sua formação em teatro. “Anos mais tarde”, lembra-se Denzel”, perguntei ao meu pastor, se ele achava que eu tinha um chamado para ser pregador, e ele disse: ‘Bem, você não está falando para milhões de pessoas? Você não viajou o mundo?”
Reconhecendo que ele havia sido colocado em uma posição privilegiada, Denzel se sentiu obrigado a usar aquilo da melhor forma possível, “pregando” mensagens positivas sempre que estivesse atuando.
“Eu tentei direcionar meus papéis”, diz ele, “mesmo nos piores papéis como em Dia de Treinamento. A primeira coisa que eu escrevi no meu script (de Dia de Treinamento) foi ‘o salário do pecado é a morte’. No roteiro original, você descobria que meu personagem havia morrido pela televisão. E eu disse, ‘Não, não. Para que eu pudesse justificar que ele havia vivido da pior maneira possível, ele teria de morrer da pior maneira, também. Eu fui arrancado do carro pelo Ethan [Hawke], rastejei como uma cobra… O bairro inteiro virou suas costas para mim e então eu fui feito em pedaços”.
Foi mais fácil “direcionar” o personagem de Eli em uma direção positiva, “quer dizer, quase fácil”, brinca Denzel, porque “esse cara é mais violento que o personagem de Dia de Treinamento. Ele é mais violento do que Malcolm X”.
No entanto, da mesma forma que o personagem de Denzel em Chamas da Vingança, a violência de Eli é usada como forma de proteger os inocentes.
“Quando eu fiz Dia de Treinamento”, diz ele, “havia um policial que disse que a Bíblia afirmava existirem aqueles cujo encargo é proteger os inocentes, e que para isso lhe é dado o direito de ser violento. Aquele policial disse: ‘Baseado nisso é que eu e meu parceiro vivemos. Isso é o que fazemos’. Talvez ele precisasse daquele versículo para justificar o que estava fazendo”.
Embora ele tenha encenado personagens violentos em filmes como Dia de Treinamento, American Gangster e, agora, Eli, Denzel é, na vida real, um homem de família calmo e gentil. Casado com Pauletta por mais de 26 anos e pai de quatro filhos, John David, Katia e os gêmeos Malcom e Olivia-Washington, Denzel está longe do estereótipo do ator de Hollywood.
Além de seu envolvimento com a igreja (ele doou US$ 2,5 milhões em 1995 para o West Angeles COGIC para construírem uma nova instalação), Denzel – que sempre inclui em seus autógrafos um “Deus te abençoe” – é um colaborador, há muito tempo, do Boys & Girls Clubs of America (que ele participou quando crianaça), entre outras caridades.
Denzel, que está indo para à Broadway, nesta primavera, para aparecer junto com Viola Davis na peça Fences, de August Wilson, sabe que ele tem sido abençoado com muito, mas rapidamente minimiza sua fama e sucesso dizendo que são apenas um presente de Deus.
“Não é sobre mim”, disse Denzel em uma entrevista de 2007 na revista Reader’s Digest. “Recebi certas habilidades, e olho para elas da seguinte forma: o que vou fazer com o que tenho? Quem é que vai ser engrandecido com isso?” Perto do final de Eli, o personagem de Denzel cita a famosa passagem de 2 Timóteo 4:7: “Combati o bom combate … guardei a fé”.
É uma linha condizente com o próprio Denzel. Ele é um superstar de Hollywood que, embora não seja perfeito, oferece um raro exemplo de um cristão em um lugar de extrema aclamação e sucesso e que não deixou isso subir à sua cabeça, em vez disso continua fundamentando sua vida na Bíblia e na confiança em Deus.
Em seus mais de 30 anos como ator, Denzel Washington tem lutado o bom combate e feito o que muitos não conseguiram. Ele manteve a fé.
Fonte: Christianity Today. Tradução livre de Whaner Endo

Denzel Washington Book of Eli.

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Satanismo no Século XXI

Sempre envolto em mistérios, satanismo chega ao século 21 como movimento difuso mas assustador


Cenas de horror, cerimônias macabras, sacrifícios de animais e crianças; poções fumegantes, amuletos misteriosos, trajes negros; tridentes, capas vermelhas, pentagramas. Tais elementos, cuja origem se perde no tempo, simbolizam a veneração à figura mais detestada da história da humanidade. Diabo, Lúcifer, Belial ou Leviatã são seus nomes clássicos; demo, capeta, coisa-ruim, encosto ou tinhoso, as formas populares de chamar o príncipe das trevas. A personificação do mal sempre teve lugar de destaque nos corações dos homens, seja para adorá-la ou repudiá-la. Com muitas formas e representações, dependendo da época e do lugar onde se fala dele, a figura de Satã (do hebraico Satan, ou “aquele que se opõe”) sempre despertou uma repugnância temerosa. Seu período de maior esplendor, se é que se pode usar o termo em referência a tal criatura, foi na Idade Média, quando um misto de superstições religiosas e ignorância moldou sua imagem mais conhecida, com cabeça de bode, capa vermelha, olhos flamejantes e chifres pontiagudos.
Mas o diabo é muito mais do que isso. Tentador, pai da mentira, acusador e inimigo das almas são algumas maneiras pela qual a Bíblia o trata. E ele já pintou e bordou ao longo das eras. Sua atuação é apontada como causa de ódios, desavenças e guerras. Pobre de quem se envolvesse com ele. A caçada às bruxas, impulsionada pelo rigor dos tribunais de Inquisição, redundou na captura de milhares de pessoas acusadas de feitiçaria e lhes impôs variados tipos de penas, que podiam ir do confisco de bens até a morte em fogueira. Nesse contexto, o então denominado satanismo se desenvolveu estimulado por diversos fatores, sobretudo pela contrapropaganda inquisitória que – no ímpeto de localizar e denunciar indivíduos considerados diabólicos – acabou por disseminar o estereótipo.
Mas a suposta ação do mal, que tem sido um simples temor ancestral desde o início dos tempos, vem adquirindo contornos macabros a cada vez que alguma atitude humana é considerada inspirada pelo demo. E nada tem sido tão assustador nesse aspecto quanto a sucessão de crimes atribuídos a ritos satânicos. Apesar das contradições entre o que se diz e o que se faz presumindo ser satanismo, é fato que, em pleno século 21, uma era tida como do conhecimento e do desenvolvimento científico, a proliferação de homicídios dessa natureza é assustadora. Cada vez mais recorrentes e horripilantes, tais crimes vêm se multiplicando em noticiários policiais, com vítimas geralmente menores e incapazes. Como foi o caso da menina Dyeniffer Santos, de 12 anos. Em junho de 2009, a garota foi morta com um golpe no pescoço, por Efigênia Balbinos, sua vizinha em Uberlândia (MG), para que o sangue da menina fosse espargido sobre um bebê de seis meses. Segundo a criminosa, seu marido, que está preso, sofria de uma maldição e a oferenda tinha por objetivo removê-la. A crendice doentia da mulher, que contou com a ajuda de várias outras pessoas e um adolescente de 15 anos, culminou no esquartejamento do corpo de Dyeniffer que posteriormente foi descartado em diferentes pontos da cidade, de acordo com o Ministério Público.
Uma suposta ordem do diabo também teria sido a motivação para que Otty Sanchez apunhalasse, decapitasse e comesse partes de seu filho, Scott-Wesley Buchholtz Sanchez, de apenas um mês de vida. A polícia de San Antonio, cidade localizada no estado americano do Texas, onde o crime foi cometido em julho de 2009, informou que a própria mãe da criança confirmou a motivação do homicídio. Outro fato chocante ocorreu na cidade de Yaroslavl, na Rússia, em junho de 2008. Quatro adolescentes com idades entre 16 e 17 anos receberam 666 facadas cada um após terem sido embriagados por um grupo de satanistas. Segundo a polícia, os corpos foram cozidos antes de serem devorados pelos criminosos. Pelo menos oito suspeitos foram presos. Um deles confessou o envolvimento em outra operação satanista durante a qual teria comido o coração de uma criança recém-enterrada, após violar seu túmulo. “Satã vai me ajudar a sair dessa, pois fiz muitos sacrifícios para ele”, declarou um dos presos acusados pelo assassinato dos jovens. Nikolai Ogolobyak foi apontado pelas autoridades como líder da quadrilha.
Medo e incredulidade – Relatos de ocorrências macabras assim volta e meia assustam o mundo, o que leva a pensar no que estaria por trás da bestialidade humana, se a pura perversidade ou de fato uma influência maligna. Acontece que o satanismo não mostra o rosto. A maior dificuldade é justamente encontrar quem fale pelo movimento – por isso mesmo, ele desencadeia as mais variadas reações, do medo à incredulidade. Já no blog satanista brasileiro Recanto do opositor – Satanismo sem malvadeza, o autor, que se identifica como Vitor V., indigna-se com seus pares pelo fato de no Brasil nada ser feito para que a imagem do ‘satanista adorador do capeta’ seja desfeita. “Somos individualistas e não congregacionalistas”. argumenta. Na verdade, a teoria básica do movimento é mais comportamental que religiosa. Ela consiste na valorização das liberdades individuais e do hedonismo, aí entendido como um contraponto aos dogmas religiosos – leia-se cristãos – considerados restritivos da potencialidade humana.
O sumo sacerdote da Igreja de Satã, nos Estados Unidos – entidade criada por Anton Szandor LaVey em 1966 (ver quadro) –, Peter Howard Gilmore, diz que o satanismo em si foi muito mais difundido devido à internet. Segundo ele, há pessoas que realmente adoram o diabo cristão, aquele mencionado na Bíblia, e lhe fazem rituais, pactos de sangue e até vendem a alma. No Brasil, onde já existem grupos organizados como a Fraternidade Templi Satanis, no Rio de Janeiro, e a Igreja de Lúcifer em Porto Alegre (RS), os satanistas ainda se articulam para criar uma associação nacional.
Para o pastor e teólogo Jorge Videira, professor da Faculdade de Educação Teológica das Assembleias de Deus (Faetad), o satanismo moderno é bem distante daquele do imaginário popular, o das seitas ocultistas e missas negras. “No seu livro sagrado, a Bíblia Satânica, eles são orientados a não se declarar necessariamente anticristãos. Mas para eles, o diabo bíblico não existe, e o satanismo atua como uma força de resistência”, explica. Segundo ele, o pior está por vir. “Segundo a Bíblia, no fim dos tempos o amor de muitos esfriará. Após o arrebatamento da Igreja, o Anticristo vai governar em cima de uma religião que já se encontra presente entre nós”, diz, referindo-se ao quadro profético traçado pelo livro do Apocalipse.
Por outro lado, o pesquisador também enxerga uma apropriação indevida do conceito satanista em determinados casos. “Existem os bruxos, esotéricos e praticantes de magia”, enumera, esclarecendo que, em sua opinião, nem todos eles podem ser considerados satanistas na acepção normalmente atribuída ao termo, “bem como uma ramificação denominada Dabbles satânicos, que são grupos de adolescentes que se dizem satanistas e praticam rituais onde às vezes sacrificam gatos ou cachorros”, aponta. No entanto, tais práticas, no entender de Videira, estão muito mais ligadas ao culto à personalidade ou à pura imbecilidade do que ao chamado senhor das trevas.
De fato, fervem no mesmo caldeirão – com trocadilho, claro – do satanismo uma série de elementos que não necessariamente têm a ver com o príncipe das trevas. Até mesmo personagens de ficção, como o bruxinho Harry Potter, que arrasta multidões de crianças e adolescentes aos cinemas a cada um de seus filmes, ou a série Crepúsculo, que anda fazendo o maior sucesso no Brasil e no mundo, têm sido associados ao mal (ver quadro). Por outro lado, pastores e pais evangélicos sempre torcem o nariz para o Halloween, tradição americana cuja origem remonta ao paganismo dos antigos celtas e que tem ganhado apelo entre crianças e jovens brasileiros. A cada 31 de outubro, fantasias de diabo, duendes e feiticeiros saem dos armários, numa estranha fusão de brincadeira com ocultismo. Tenha ou não razão quem assim pensa, para os cristãos os ardis do maligno não são coisa com que se deva brincar. O pastor João Martinez, pesquisador, teólogo e presidente do Centro Apologético de Pesquisas Cristãs (CACP), lembra que a maior intenção de Satanás é justamente realmente fazer as pessoas acreditarem que ele não existe. “Na atualidade, o diabo pretende ser estratégico. Por que então iria lançar mão de semânticas desgastadas?”, questiona.
Já no entender do pastor Jayro Soares, teólogo sistemático da Escola de Pastores de Niterói (RJ), as pessoas hoje estão apelando para o satanismo para ter mais uma opção para suas vidas. “Esses estão em busca de si próprios. Enquanto o protestantismo trabalha com a verdade fundamental, os satanistas fazem um sincretismo religioso do culto ao prazer com o individualismo”, descreve. “Não ocorre mais aquela situação drástica de envolvimento com a magia negra. Esse movimento está mais vinculado ao que a gente recebe da mídia do que a satanistas propriamente ditos”, avalia.
Ataque à Igreja – Para muitos setores evangélicos, o satanismo ganhou visibilidade principalmente no período em que muito se falava em batalha espiritual, há coisa de 20 anos. Tornou-se um certo modismo encarar todo e qualquer contratempo na vida do cristão como uma oportunidade para demonstração de fé beligerante contra as hostes malignas. Foi a época de obras como Este mundo tenebroso, do americano Frank Perretti, que provocou alarme nas igrejas por enfatizar a realidade da ação do diabo em nossos dias. Outra que fez de suas obras um alerta contra o mal é Rebecca Brown, pseudônimo de Ruth Irene Bailey, autora de livros que ainda vendem muito, tais como Ele veio para libertar os cativos (1986), Prepare-se para a guerra (1987) e A pequena pobre bruxa. Este último alerta contra a infiltração de pessoas ligadas ao satanismo nas igrejas cristãs – uma antiga suspeita em que muitos crentes acreditam piamente, mas que jamais foi comprovada de fato.
Na visão da escritora, o satanismo é muito mais que uma mera forma de encarar as coisas ou uma contestação irônica aos dogmas das igrejas. “Os satanistas assumem enganosamente a profissão de fé cristã. Infiltram-se nas igrejas para disseminar ensinos e doutrinas falsas, porém, de grande aceitação”, diz num de seus livros. Já no Brasil, a pessoa considerada por seus seguidores como maior especialista em batalha espiritual é Neuza Itioka, apóstola do Ministério Ágape Reconciliação, em São Paulo. Ela defende que pastores e ministérios inteiros podem estar sob influência demoníaca. “A Igreja precisa de cura, de libertação. A nossa visão é que, assim como um indivíduo pode necessitar de libertação e cura, da mesma forma a saúde espiritual de uma igreja local precisa ser, em certos casos, restaurada”, declara, em seu livro A noiva restaurada (Editora Naós). Para Neuza, se o diabo age em estruturas sociais e políticas, pode muito bem fazer das suas no ambiente eclesiástico. Ela até postula uma tese polêmica, a de que mesmo crentes em Jesus genuínos podem ficar endemoninhados.
O pastor Natanael Rinaldi, coordenador do Instituto Cristão de Pesquisas (ICP), explica que é preciso diferenciar bem os três níveis de atuação dos espíritos malignos sobre as pessoas: a tentação, a opressão e a possessão. “O cristão pode ser tentado e até oprimido, mas dificilmente ficará possesso. Isso se o Espírito de Deus realmente estiver fazendo nele morada, conforme diz I Coríntios 9.19-20”, cita. Rinaldi diz ter certas reservas em relação ao envolvimento do satanismo moderno com todos os homicídios que são relatados como resultado de magia negra, mas não enxerga contradições entre a essência dos ritos satânicos tradicionais e a bruxaria. “A origem é a mesma. O apóstolo Paulo já nos adverte de que o diabo por vezes se disfarça de anjo de luz.”
“Satanismo quer passar imagem anarquista”
Ele está disposto a revelar a verdade sobre os bastidores do movimento satanista. Neo Montenegro usa este nome, fictício, porque se diz ameaçado por seguidores do diabo. Autor do livro Crimes satânicos (Editora Naós), ele conta que se deparou com as piores atrocidades que um ser humano pode cometer. Segundo ele, crianças, mulheres e até homens adultos aparecem em vídeos que são veiculados na internet, tendo seus olhos arrancados, pés e mãos amputados e sofrendo violência sexual. Até episódios de canibalismo fazem parte das cenas chocantes de vídeos snuffs (em que ocorre a morte dos protagonistas) que são retratados no livro. Montenegro conversou com CRISTIANISMO HOJE:
CRISTIANISMO HOJE – O que o motivou a fazer um livro sobre crimes satânicos?
NEO MONTENEGRO – Eu pretendia fazer uma pesquisa sobre a veracidade dos vídeos snuffs, se eram reais ou se não passavam de lendas.

E o que o senhor descobriu?
Descobri que realmente existem inúmeras pessoas que encomendam a morte de meninas de 13 anos e até de menos idade, bem como mulheres e homens adultos, para satisfazer seus desejos pervertidos. As vítimas são submetidas a todo tipo de violência, como estupro, espancamento e mutilação de seus membros para serem gravados em vídeos e comercializados principalmente na Europa e nos Estados Unidos.

Quais são as suas fontes?
Sobretudo materiais postados em fóruns clandestinos na internet, e até links apontando para locais onde esses conteúdos são disponibilizados: matérias de jornais, revistas etc. Todas as provas são publicadas pelos produtores dessas postagens horrendas que ficam em domínio público.
Os vídeos são reais?
Provavelmente, sim. Cito isso no livro. A clientela paga de US$ 100 mil a US$ 300 mil para ver uma menina lourinha, de olhos azuis, ser trucidada. Em seguida, cortam sua cabeça e fazem sexo com ela.
O senhor acha que o satanismo moderno tem algo a ver com essas mortes?
Sim, mas o satanismo tradicional, que eles chamam de alta magia. Hoje o satanismo quer passar uma imagem anarquista. Colocam uma máscara de modernidade, porém, nada mais são do que o despertar da maldade. Eles se propõem a ser uma influência satânica em tudo.
Como identificar um satanista?
Isso é difícil, sobretudo porque atualmente podemos encontrar alguns infiltrados até dentro das igrejas. Mas se os cristãos não denunciarem as obras do diabo, quem o fará?

Seu trabalho de pesquisa lhe acarretou alguma ameaça?
Durante o processo de pesquisa recebi um e-mail ameaçador, que dizia em inglês: “Vamos te achar, custe o que custar”. Por cautela, tomei providências para impedir o rastreamento do meu computador. Com certeza tenho medo de tudo isso – afinal, estamos lidando com um mercado diversificado que movimenta cinco bilhões de dólares no mundo. Quando você vê a maldade da pior forma possível fica complicado tirar isso da cabeça depois. São coisas assim que demonstram o quanto o mundo jaz no maligno.
Ocultismo na tela
Nos últimos anos, várias manifestações culturais e artísticas têm sido consideradas de inspiração satânica. Temas como bruxaria, ocultismo e vampirismo normalmente povoam o imaginário coletivo, e muitas vezes viram obsessão sempre que um fato novo acende o pavio, e nada melhor para isso do que o cinema. A bola da vez é a série Crepúsculo, de autoria de Stephenie Meyer, cujos livros já venderam mais de 70 milhões de exemplares no mundo. Adepta do mormonismo, ela diz que a ideia surgiu a partir de um sonho que teve. A saga conta a história de Isabella Swan, adolescente que se apaixona por um vampiro, Edward Cullen, e tem todos os requintes de suspense e terror – mas agrada em cheio ao público em geral, embora os crentes torçam o nariz. O primeiro filme da saga rendeu a bagatela de 400 milhões de dólares, e o segundo, o recém-lançado Lua nova, vai pelo mesmo caminho.
Já Harry Potter, o bruxinho criado pela inglesa J.K.Rowling, alarmou os crentes quando desembarcou nas telas do Brasil em 2001. Aluno de uma escola de bruxaria, o garoto vive aventuras mirabolantes entre zumbis, demônios e seres elementais. O clímax das histórias são os confrontos entre Potter e o senhor das trevas, Lord Voldemort. Dos sete livros da série, que catapultaram Rowling ao posto de mulher mais rica da história da literaturas, seis já tiveram suas versões cinematográficas – todas sucesso de bilheteria, apesar dos boicotes ensaiados por muitas igrejas.
Fonte: via Cristianismo hoje

Satanismo no Século XXI

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Honra a teu pai e a tua mãe.
"Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR teu Deus te dá"
Êxodo 20:12 ...
Em contrapartida, com esse video  a pessoa que se relaciona bem com seus pais é mais feliz, positiva, menos stressada, otimista, se relaciona com facilidade com todos.

Honra a teu pai e a tua mãe.

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As duas caixas

Deus deu-me duas caixas e disse:
- Coloque todas as suas tristezas na caixa cinza e todas as suas alegrias na caixa azul.

Tempos depois eu percebi que a caixa azul estava muito mais pesada que a caixa cinza e fiquei um pouco confuso, pois, se tive muitas alegrias na vida, também não me faltaram tristezas. Como, então, a caixa de alegrias podia pesar tão mais que a caixa de tristezas?

Curioso, abri a caixa cinza e ela estava vazia, pois tinha um buraco no fundo. Então, eu perguntei: Senhor, deste-me uma caixa furada e minhas tristezas desapareceram. Onde elas foram parar?

- Elas vieram se apresentar diante do meu altar e as devolvi para você.
- Para mim? Mas elas não estão comigo.
- É que eu as devolvi transformadas.
- Transformadas? Como assim, meu Senhor?
- Transformadas em alegria. Olhe a sua caixa azul e você vai entender.

Abri a caixa azul e lá estavam todas as minhas alegrias 
(como foi bom contá-las todas de uma vez).
Mas, lá estavam também as minhas tristezas, com uma carinha diferente, transformadas em alegrias.

As duas caixas

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Como conhecer a vontade de Deus?


Toda urgência da vida se concentra no momento presente. Tudo o que possuímos é o dia de hoje. O ontem passou de nós. O amanhã não é nosso. O tempo de Deus para o seu povo é indicado por estas duas palavras: "agora" e "hoje".

O nosso estudo sobre a vontade de Deus é de importância prática e imediata no que diz respeito aos interesses do presente. Se nos lembrarmos de "todo o caminho por onde o Senhor nos guiou", será apenas com a finalidade de extrair uma lição das nossas falhas e ser consolado pela infalível fidelidade de Deus, e assim poderemos "esquecer as coisas que para trás ficam" em nossa dedicação à responsabilidade atual.

Se contemplarmos a glória vindoura, faremos isso somente para que a sua luz possa ser uma fonte de inspiração para nós, enquanto "corremos com paciência a carreira que temos adiante". A vontade de Deus é o assunto supremo em cada vida. Tanto o Antigo como o Novo Testamento dão testemunho disto.

Dentro desta vontade, o homem encontra perfeição, prazer, permanência. Ela é viável por causa da sua natureza, sua revelação, e o fato de ser acompanhada com o dom da vida, que torna possível obedecer. É realmente gloriosa, pois o próprio céu jaz dentro do círculo da sua consideração.

No entanto, existe um assunto de importância prática imediata: Como podemos conhecer a vontade de Deus para hoje, em todos os detalhes das horas enquanto elas vão e vêm; e como podemos descobri-la em períodos de crise que possam surgir?

Duas condições preliminares devem ser observadas: desejo e devoção. O desejo deve representar a disposição de obedecer. A devoção deve ser daquela natureza prática que busca o conhecimento e se empenha em pô-lo em prática a qualquer preço.

Cumpridas estas condições, a luz pode vir de três maneiras:
* Da Palavra de Deus.
* Da iluminação imediata pelo Espírito interior.
* Da combinação das circunstâncias.

Examinemos as três em forma separada, e depois em suas inter-relações.

I. As três indicações

1) A Palavra de Deus

Em sua maior parte, a Bíblia não apresenta regras de conduta humana; ela enuncia princípios. Existem algumas provenientes de certas circunstâncias locais que exigiam declarações claras e explícitas de responsabilidade.

Mas considerando que a Bíblia é um livro para todas as épocas, e que os hábitos e costumes mudam, o estabelecimento de normas, que devem necessariamente mudar com a alteração das condições locais, teria frustrado ou elevado o fim em questão.

Por outro lado, a enunciação de princípios que jamais se alteram com a mudança das circunstâncias, exige da parte do homem, em cada geração sucessiva, a aplicação dos seus poderes racionais e atender ao propósito da justiça.

Ao procurar na Palavra o conhecimento da vontade de Deus, não devemos procurar textos que defendam interpretações particulares. Não devemos, por outro lado, fazer "manobras" com a Bíblia, a fim de descobrir mensagens acidentais que nos ajudem a formar julgamentos. É preciso estudá-la com regularidade, devoção e inteligência, para poder descobrir a revelação dos princípios. Sempre que isto é aplicado como um estilo de vida, a mente atuará sob o poder destes princípios e as conclusões alcançadas estarão em harmonia com o propósito de Deus.

2) A Iluminação do Espírito

A doutrina da luz interior não é ensinada suficientemente. Ao crente individual, que é habitado pelo Espírito Santo de Deus, a sua relação com Cristo é feita por ele mesmo, é-lhe concedida a influência direta do Espírito de Deus em seu espírito, comunicando o conhecimento de Sua vontade em assuntos de menor e maior importância. Isto deve ser procurado e esperado. É neste ponto que pode ser bom para o que busca pedir conselho a outro cristão, o qual em oração e conversação pode ser capacitado para trazer luz sobre o problema.

Deve recordar-se até, que os outros só podem dar testemunho quanto ao problema apresentado á partir deste ponto de vista. Tal testemunho é de grande valor. No entanto, não pode ser definitivo e só deve ser dado como sugestão para ajudar a resolver o problema. Nenhum homem ou mulher ensinado pelo Espírito assumirá a responsabilidade de decidir por outro. Finalmente, cada um, depois de ter pedido conselho a outros cristãos, deve retirar-se para um lugar de completa solidão, onde somente possa ser ouvida a voz do Espírito. Em um período de espera desse tipo, deverá ser dada uma resposta clara e definitiva.

3) A combinação das circunstâncias

Na realidade do governo divino, isto pode ser expresso como o abrir e fechar as portas. Não há dúvida de que Deus, em sua infinita sabedoria e poder dirige atos e detalhes de todas as vidas humanas, de tal forma que "todas as coisas cooperam para o bem dos que amam a Deus". A porta aberta não significa de maneira nenhuma o caminho fácil. Isto é um engano comum. Ouvimos as pessoas dizer que o caminho foi aplainado, e por "aplainado" querem dizer "fácil". No entanto, aqueles que conhecem mais sobre o governo imediato de Deus, confessarão que o caminho mais plano, em geral, foi o mais difícil.

A porta aberta é uma oportunidade criada, a qual está em harmonia com os princípios do governo divino como são declarados nas Escrituras. É também o desejo que foi criado nessa comunhão com Deus, na qual nenhum outro interesse teve permissão para entrar.

Esta é uma consideração muito solene e exige a mais severa precaução. Não existe esfera da vida humana na qual o inimigo penetre com maior êxito, e na qual faça maior destruição, que na esfera da motivação. Desejos fundamentados em outros motivos além da vontade superior, revelam quase sempre portas abertas bem diferentes daquelas que Deus abriria.

II. A tripla indicação

O valor das três indicações examinadas está no fato de que em nenhuma delas, por si mesmo, expressa uma garantia para a ação, mas só em sua combinação.

1) Com relação à Palavra de Deus, muitos princípios de ação conhecidos nela, não são para todos os homens em todas as épocas. Deve haver também luz interior e uma porta aberta.

2) Com respeito à direção do Espírito Santo, não se pode enfatizar muito que tal orientação jamais contradiz a verdade da Escritura. Existe hoje tanta conversa vã sobre a orientação do Senhor, que neste ponto alguém desejaria falar mais alto e solenemente.

Alguns exemplos horríveis de grosseira imoralidade são resultados de seguir o que as pessoas imaginavam ser a direção do Espírito Santo, ainda que a ação estivesse em diretas desobediências às mais enfáticas declarações e exigências da lei de Deus. Isto é blasfêmia da pior espécie. Sempre que se imagina que o Espírito o está conduzindo, é de máxima importância que tal direção seja comprovada pelos princípios da Palavra.

Além disso, o Espírito jamais conduz sem abrir uma porta mais cedo ou mais tarde. Pode ter havido uma espera de demorada disciplina -e habitar na vontade de Deus significa regozijar-se em toda disciplina- e uma espera paciente para que ele abrisse uma porta, ainda que a luz estivesse brilhando claramente quanto ao propósito final do Espírito.

3) Uma porta aberta que obriga a apartar-se da doutrina bíblica é obra do diabo. Por mais evidente que seja o êxito resultante dos esforços feitos nos interesses do reino de Deus, se a base de operação não fosse a lealdade à vontade revelada de Deus na Santa Escritura, o edifício erigido não passa de "madeira, feno e palha", para ser destruído no fogo purificador do último dia.

E, ainda mais, a porta aberta, em harmonia com os princípios da Escritura, não deve ser franqueada, a menos que seja ouvida uma chamada pessoal e se possa dizer: "Faço isto porque tenho o testemunho do Espírito de Deus com o meu espírito de que ele assim o quer".

Em resumo, sempre teremos a prova tripla, que é valioso quanto aos detalhes de cada dia, e nas crises da vida: a verdade de Deus, contida na Palavra de Deus; o propósito de Deus indicado pelo Espírito de Deus; o governo de Deus evidenciado na abertura de portas por parte de Deus.

Uma condição perpétua permanece: a obediência. Esta palavra, como veremos, não é usada aqui precipitadamente. Ela pressupõe um desejo de conhecer e fazer, expressando-se na devoção de buscar e obedecer. Tal obediência será sempre na perfeita confiança do espírito do homem na graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo. Onde existe esta confiança, a obediência vai ser indiscutível, imediata e completa.

A tendência da época é a complacência. Alguns podem ler esta mensagem final e, voltando-se, diz: Isto não é fácil! Quando foi que Cristo sugeriu facilidade aos homens no método arranjado por eles mesmos? Não advertiu ele solenemente a aqueles que queriam segui-lo a calcular o preço, indicando que o caminho de suas pegadas exigia a negação do eu e o tomar a cruz? Se a perfeição do caráter, o prazer da vida, e a permanência do ser, que professamos desejar, devam ser alcançados, isso só será possível mediante grande esforço e atividade: tempo, pensamento, energia - todos são necessários.

Seja o fim como o princípio. Só uma coisa importa: que a vontade de Deus seja feita. Para tal fim, cada um lance fora o prejuízo e "cingindo os lombos do seu entendimento, sede sóbrios, e esperem por completo na graça que lhes trará quando Jesus Cristo for manifestado". O resultado final será a recompensa perfeita de todo o esforço do caminho que conduz para lá.

Tirado do God's Perfect Will.

Como conhecer a vontade de Deus?

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Carregar a cruz

Certo servo de Deus cansado de suas lutas e tribulações, um dia resolveu falar para Jesus (em oração) que não aguentava mais carregar a sua cruz, pois era  muito pesada e difícil de carregá-la...

Pois bem, disse Jesus ao servo: coloque a sua cruz nesta sala, entre nas demais salas à sua frente e pegue a cruz que você quiser ou agradar.

O servo foi feliz da vida e colocou a sua cruz no chão da sala determinada por Jesus e saiu nas outras salas procurando uma cruz que lhe agradasse. Então o servo começou a sua procura. Entrava e saia das salas, mas não se agradava de nenhuma daquelas cruzes que estavam ali naquelas salas, pois tinha "cada cruz" que ele não conseguia nem olhar o topo...

...e, continuou a sua busca. Continuou a encontrar somente cruzes enormes e maiores que a sua. Até que em um dado momento avistou uma cruz pequenina num cantinho de uma daquelas salas.

Sorridente se agradou daquela cruz e falou: Senhor eu quero esta, posso pegá-la ?

- Jesus olhando para o servo disse: pode ficar a vontade, esta cruz é exatamente aquela que você acabara de deixar aqui meu servo.
Graça e a paz sejam com todos

Carregar a cruz

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Deus ainda fala com as pessoas?

 Um Jovem foi para o estudo da Bíblia numa noite de Quarta-feira. O pastor dividiu entre ouvir a Deus e obedecer a palavra do Senhor. O jovem não pode deixar de querer saber se "Deus ainda fala com as pessoas?". 
Após a pregação ele saiu para um lanche com os amigos e eles discutiram a mensagem. De formas diversas eles falaram como Deus tinha conduzido suas vidas de maneiras diferentes.
Eram aproximadamente 22:00 horas quando um jovem começou a se dirigir para casa. Sentado no seu carro, ele começou a pedir:
Deus! Se ainda fala com as pessoas, fale comigo. Eu irei ouvi-lo. Farei tudo para obedecê-lo.
Enquanto dirigia pela rua principal da cidade, ele teve um pensamento muito estranho:
'Pare e compre um galão de leite'

Ele balançou a cabeça e falou alto: 'Deus? É o Senhor?'.
Ele não obteve resposta e continuou dirigindo-se para casa.Porém, novamente, surgiu o pensamento:
'Compre um galão de leite'.
Muito bem, Deus! No caso de ser o Senhor, eu comprarei o leite.Isso não parece ser um teste de obediência muito difícil... Ele poderia também usar o leite.

O jovem parou, comprou o leite e reiniciou o caminho de casa.
Quando ele passava pela sétima rua, novamente ele sentiu um pedido:
'Vire naquela rua'.
Isso é loucura... pensou e, passou direto pelo retorno.
Novamente ele sentiu que deveria ter virado na sétima rua. No retorno seguinte, ele virou e dirigiu-se pela sétima rua. Meio brincalhão ele falou alto:
'Muito bem, Deus. Eu farei'.
Ele passou por algumas quadras quando de repente sentiu que devia parar. Ele brecou e olhou em volta. Era uma área mista de comércio e residência. Não era a melhor área, mas também não era a pior da vizinhança. Os estabelecimentos estavam fechados e a maioria das casas estavam escuras, como se as pessoas já tivessem ido dormir, exceto uma do outro lado que estava acesa.
Novamente, ele sentiu algo:
'Vá e dê o leite para as pessoas que estão naquela casa do outro lado da rua'.
O jovem olhou a casa. Ele começou a abrir a porta mas voltou a sentar-se.
' Senhor, isso é loucura. Como posso ir para uma casa estranha no meio da noite?'.
Mais uma vez, ele sentiu que deveria ir e dar o leite.
Finalmente, ele abriu a porta...
' Muito Bem, Deus, se é o Senhor, eu irei e entregarei o leite àquelas pessoas. Se o Senhor quer que eu pareça uma pessoa louca, muito bem. Eu quero ser obediente. Acho que isso vai contar para alguma coisa, contudo, se eles não responderem imediatamente, eu vou embora daqui'.
Ele atravessou a rua e tocou a campainha. Ele pôde ouvir um barulho vindo de dentro, parecido com o choro de uma criança. A voz de um homem soou alto:
'Quem está aí? O que você quer?'
A porta abriu-se antes que o jovem pudesse fugir. Em pé, estava um homem vestido de jeans e camiseta. Ele tinha um olhar estranho e não parecia feliz em ver um desconhecido em péna sua soleira.
'O que é?'.
O jovem entregou-lhe o galão de leite.
'Comprei isto para vocês'.
O homem pegou o leite e correu para dentro falando alto. Depois, uma mulher passou pelo corredor carregando o leite e foi para a cozinha. O homem a seguia segurando nos braços uma criança que chorava.
Lágrimas corriam pela face do homem e, ele começou a falar, meio soluçando:


'Nós oramos'.


Tínhamos muitas contas para pagar este mês e o nosso dinheiro havia acabado. Não tínhamos mais leite para o nosso bebê. Apenas orei e pedi a Deus que me mostrasse uma maneira de conseguir leite.
Sua esposa gritou lá da cozinha:
'Pedi a Deus para mandar um anjo com um pouco de leite...
Você é um anjo?'


O jovem pegou a sua carteira e tirou todo dinheiro que havia nela e colocou-o na mão do homem. Ele voltou-se e foi para o carro, enquanto as lágrimas corriam pela sua face.
Ele teve certeza que Deus ainda responde aos verdadeiros pedidos.

Deus abençõe a todos...

Deus ainda fala com as pessoas?

2

O jardim de Deus


Era uma vez dois exploradores que encontraram uma clareira na selva. Nela cresciam muitas flores de beleza sem par. Um dos exploradores diz:
- Há sem dúvida um jardineiro que mantém este jardim. O outro não concorda:
- Não há nenhum jardineiro.
Assim sendo, eles montam suas tendas e se põem a vigiar. Nenhum jardineiro é visto em nenhum momento. Será que se trata de um jardineiro invisível? Os dois exploradores fazem então uma cerca de arame farpado e a eletrificam, guardando-a com sabujos...
Mas nenhum grito sugere nunca que algum intruso tenha tentado entrar no jardim. Apesar disso, o primeiro explorador ainda não se convenceu:
- Mas existe um jardineiro invisível, intangível, insensível às descargas elétricas, um jardineiro que não tem cheiro nem faz barulho, um jardineiro que vem secretamente cuidar do jardim. No final, o céptico se desanima:
- Mas o que resta da sua primeira afirmação? E em que precisamente isso que você chama de jardineiro invisível, intangível, eternamente inapreensível, difere de um jardineiro imaginário ou até de um jardineiro absolutamente inexistente?
O primeiro explorador vai então colher uma flor e, sem nada dizer, a oferece com um sorriso ao céptico, que não se afasta um minuto da cerca:
- Por que este gesto de afeição? pergunta surpreso.
- Para lhe perguntar se você consegue ver a velha amizade que nos une há tantos anos.
E o outro responde:
- Lógico que não!
- O essencial é invisível aos olhos (como dizia o Pequeno Príncipe). Só conseguimos ver bem com o coração! Será que não é isso o que acontece com Aquele que com tanto amor cuida deste jardim?

Autor desconhecido

O jardim de Deus

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Confiar em Deus
 
Bem-aventurado o homem que põe no SENHOR a sua confiança.

Confiança é o ato de deixar de analisar se um fato é ou não verdadeiro, entregando essa análise à fonte de onde provém a informação e simplesmente considerando-a. Se refere a dar crédito, considerar que uma expectativa sobre algo ou alguém será concretizada no futuro. Aceitar a priori a decisão de outra pessoa. Confiar em outro é muitas vezes considerado ato de amizade ou “amor” entre os humanos, que costumam dar provas dessa confiança. Sem essas provas, o indivíduo tende a basear-se apenas na informação dada (ou a falta dela) acabando por seguir provavelmente uma linha de pensamento longe da verdade.

Confiança é o resultado do conhecimento sobre alguém. Quanto mais informações sobre quem necessitamos confiar, melhor formamos um conceito positivo da fonte.
Ter confiança é um ato de fé, e esta dispensa raciocínio e não se baseia em provas.
Colocar, depositar confiança no senhor significa exercitar a fé, que é a base em que nos apoiamos para chegar ao trono da graça para sermos socorridos em tempo oportuno.

Confiar no Senhor é ter a esperança: Salmos 71:5 - Pois tu és a minha esperança, Senhor DEUS; tu és a minha confiança desde a minha mocidade.
Confiar no senhor é caminhar com fidelidade, é estreitar a intimidade com o senhor e sentir a segurança que encontramos na certeza de que Deus é bom e cuida de nós: Jó 11:18 - E terás confiança, porque haverá esperança; olharás em volta e repousarás seguro. Para repousar no descanso seguro do senhor é preciso ter confiança na palavra.

O profeta Isaías, ao se referir à grandeza de Deus e à confiança que nele deve ter o homem, diz: “os que esperam no Senhor, adquirirão sempre novas forças, tomarão asas como de águia, correrão e não fadigarão, andarão e não desfalecerão.”
É muito singular que o Profeta compare os que
confiam no Senhor às águias.

Vivemos em tempos de dificuldades, que olhando para os lados já não é possível confiarmos em tudo que os olhos vêem, mas quando confiamos no senhor, ELE tem algo muito especial para aqueles que nele confiam: “1 Coríntios 2.9 Mas, como está escrito: As coisas que olhos não viram, nem ouvidos ouviram, nem penetraram o coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam.”
“Deus tem coisas grandes preparadas para os que o amam.” o amor em Deus é a grande confiança que Deus precisa para abrir nossos olhos, nossos ouvidos para que possamos ver as maravilhas que ele tem preparado para nosso coração.

A confiança no senhor nos traz a esperança, e esperança não traz confusão: Romanos 5:5 - E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.
Confiar em Deus não é olhar para as dificuldades ou para os problemas, mas sim dizer para os problemas e dificuldades, que sua confiança e o socorro vem do senhor.

Salmos 121:1 - LEVANTAREI os meus olhos para os montes, de onde vem o meu socorro.
Salmos 121:2 - O meu socorro vem do SENHOR que fez o céu e a terra.
Graça e paz seja convosco!
Roberto Falbo

Confiar em Deus

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A sombra do suicídio

Evangélica relata a dor de ver seu filho tirar a própria vida

Quando tinha 13 meses de vida, meu filho Gabriel teve seu primeiro ataque de asma. Eu e minha mãe estávamos terminando as provas do vestido e das lembranças para o meu casamento, que se aproximava. Gabe, como o chamávamos, ficou muito mal – durante todo aquele dia, revezamo-nos em turnos para assisti-lo e dar-lhe remédios que o acalmassem e mantivessem respirando até que o levássemos ao médico. No cair da noite, nós estávamos na emergência do hospital vendo os milagres que podem ser forjados com substâncias como adrenalina e esteróides orais. Gabriel passou os cinco dias seguintes, incluindo o do meu casamento, recuperando-se da crise numa tenda de oxigênio.
Essa memória me lembra que alegria, dor e doença são experiências arraigadas na história de minha família. A começar pelo próprio nascimento de Gabriel. Ele é filho de um tanzaniano e fruto de um romance universitário falido. Não havia o que esconder a respeito das circunstâncias de sua concepção e vinda a este mundo, principalmente depois que me casei com um homem branco como eu. Também não havia remédio para a dor dessas circunstâncias, a não ser o eterno bálsamo do amor.
Por aproximadamente duas décadas, o amor deu rédeas a Gabriel, a seu irmão, a meu marido e eu, como se nós galopássemos lindamente pela vida. Então nós tivemos uma surpresa. Ao mesmo tempo que Gabe se formou na universidade, ele tinha sérias dificuldades em se relacionar com nossos amigos, e era solitário. Por outro lado, nossas experiências pessoais com a igreja tinham deixado eu e meu marido mancando e meus filhos, extremamente desmotivados em relação à vida cristã. Convenci a mim mesma que remédios em casa e o tempo iriam nos curar, e como autodemonstração de fé, contei para os outros que eu iria provar a supremacia do amor nas vidas dos meus filhos. Pois exatamente na época em que pensei estar retomando o controle da situação, meu filho Gabriel se suicidou. Ele tinha 23 anos.
As lembranças que tenho são de calma, entre inexoráveis ondas de tristeza e culpa. Isso me lembra que eu não sou Deus; não posso saber ou ver tudo. Isso também me lembra das muitas vezes em que eu consegui a ajuda para meu filho antes que fosse tarde demais. Minha sanidade e fé demandam cada lembrança. O suicídio é como uma cruel brincadeira cósmica. Era como se Deus ou o diabo, ou algum Jó, estivesse escarnecendo ou brincando conosco. Nossa paranóia era grande – teríamos eu e meu marido sido pais relapsos ou negligentes? Que tipo de ironia horrível foi aquela que fez nosso filho, um rapaz com tudo pela frente, tirar a própria vida?
E o pior é que eu não era leiga no assunto. Ironicamente, no dia anterior àquela tragédia, eu havia participado de um fórum sobre psiquiatria e espiritualidade. Havia até postado textos na internet sobre prevenção ao suicídio. Eu me martirizava pensando que deveria ter reconhecido os sinais de aviso. Ao contrário do que se imagina, quem exibe os mais pronunciados sinais de predisposição mental ao suicídio tende a escolher recursos menos letais, enquanto aquelas que agem impulsivamente recorrem a métodos violentos, como atirar-se de um ponto alto. Por outro lado, menos de dez por cento dos sobreviventes de uma tentativa de suicídio prosseguem no intento de tirar suas vidas. Para mais de 90%, a crise passa.
Naquela noite fatídica, depois da chegada da polícia, recebi a visita de Aaron Kheriaty, o psiquiatra que havia me encaminhado àquele congresso. Ele pacientemente nos assegurou que a morte de Gabriel não era nossa culpa. Lembro-me de suas palavras gentis, mas enfáticas, insistindo que a morte nunca faria sentido, ainda mais através de suicídio, um ato inerentemente irracional. Kheriaty era a pessoa adequada para participar de nosso momento de dor, ao contrário de alguns pastores que preferem descrever o suicídio como uma escolha imprudente ou simples falha espiritual. Aquele especialista também falou no funeral de Gabriel. Sua presença ajudou a estruturar meu desgosto e descansar minha mente que estava imersa num oceano de dúvidas.
Passado o trauma inicial – refiro-me ao trauma, porque a dor não passa nunca! –, relembrei as últimas conversas que tive com meu filho. Uma delas foi justamente naquela noite, antes de ele sair. “Gabe, querido”, eu disse. “O que está acontecendo com você? Seus olhos parecem mortos.” Ele somente fez como que se não precisasse de nada e eu o deixei ir. Só que Gabe, como aproximadamente metade dos universitários, tornou-se depressivo quando deixou nossa casa. Eu o incentivei a procurar conselhos no serviço escolar. Depois, olhando em perspectiva, desejei que nós tivéssemos lhe dado um ultimato: que procurasse ajuda ou voltasse para casa.
Somente nos fins de semana que passava conosco Gabriel revelava que algo em seu íntimo ia errado. Ele se tornou um jovem fechado e irritante, com humor oscilante. Notícias de empréstimos tomados sem razão e casos de delinquência chegavam pelo correio quase que diariamente. Ele usava roupas sujas para ir trabalhar, dormia pouco e aparentava pouco apetite. Entretanto, pouco antes de sua morte, Gabriel se apresentou em um clube de comédia. No dia da sua morte, ele brincou com colaboradores e publicamente professou seu amor por Jesus. Especialistas descrevem essa contradição como “suicídio calmo”, que acontece quando alguém decide, finalmente, acabar com o tormento mental. O aspecto vago que eu notei em seus olhos já era indício de depressão suicida. No seu espírito, ele já tinha nos deixado.
Sobreviventes precisam de tempo e espaço para vir à realidade de auto-avaliação. Kheriaty fechou sua mensagem com uma meditação do Príncipe da paz. Na cruz e na sua agonia, nosso Senhor sofreu não somente nossas aflições físicas, mas nossas angústias mentais também. Fora de nossas profundidades nós choramos diante do Senhor, e ele alcança o nosso profundo e nos levanta com ele. Deus sabe da profundidade do nosso sofrimento; ele conhece a fragilidade do nosso coração. E o coração do próprio Cristo, tão humano quanto divino, é misericordioso além da medida. E é nessa misericórdia que nós colocamos nossa esperança. Nas mãos estendidas na cruz, num gesto supremo de amor, é que nós confiamos Gabriel.
Quando eu penso em tudo que Gabe sofreu em sua vida, fico sem entender algumas coisas. E descubro que é difícil confiar em Deus ou me engajar com intimidade como fiz uma vez. Todo dia, inalo um momento de graça. Estou imensuravelmente grata pelo privilégio de ter sido a mãe de Gabriel. Pela fé, vejo agora que meus encontros acidentais com Aaron Kheriaty não foram uma piada cósmica, mas uma evidência da imanência de Deus. Como Gabriel estava caminhando para fora da porta desta vida, eu o chamei depois, dizendo “eu te amo”. Amor é tão forte como a morte, conforme Salomão escreveu. Sim, o amor de Deus é mais forte.



Christine A. Scheller é escritora e mora em New Jersey, EUA

Prevenindo o que não se pode remediar
Segundo a Fundação Americana para Prevenção do Suicídio, esta é a quarta causa de morte entre pessoas de 18 a 65 anos e a terceira entre adolescentes e jovens adultos nos Estados Unidos. Todavia, noventa por cento das vítimas de suicídio sofrem de disfunção psiquiátrica diagnosticável – por isso, reconhecer os sintomas e tratá-los pode salvar vidas.

Fatores de risco incluem:
Desordem psiquiátrica
Uso abusivo de drogas (inclusive medicamentos legais)
Tentativa anterior de suicídio, ou histórico familiar de suicídio ou doença mental.
Fator demográfico (homens brancos de idade avançada possuem o maior percentual de suicídio; e indivíduos com tendência artística sofrem desproporcionalmente de disfunção de comportamento)

Sinais de advertência incluem:
Desânimo persistente
Perda de interesse em atividades antes consideradas agradáveis
Falta de esperança
Ansiedade, dor física, tensão interna
Retraimento
Distúrbios no sono
Aumento do uso de álcool e/ou drogas
Prática de atividades arriscadas
Conversa sobre suicídio ou desejo de morrer
Prodigalidade (doação de bens valiosos, por exemplo)
Aquisição ou posse de arma de fogo, venenos ou drogas narcóticas
Aumento de irritabilidade ou raiva

Caso você conheça ou conviva com um potencial suicida, saiba como ajudá-lo:
Pergunte se a pessoa está considerando o suicídio e se ela tem plano neste sentido
Evite culpar o potencial suicida. Em vez disso, expresse preocupação com empatia, assegurando-lhe que sentimentos suicidas são temporários, problemas podem ser resolvidos e a depressão é tratável
Encoraje a pessoa a procurar ajuda profissional. Indivíduos suicidas geralmente acham que não podem ser ajudados
Em situações de crise, não hesite em encaminhar a vítima a atendimento especializado
Nunca deixe o suicida em potencial sozinho
Remova objetos que poderia

Fonte Cristianismo hoje.

A sombra do suicídio

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As esferas da nossa relação com Deus

A presença de Deus produz em nós um senso de plenitude e aniquilamento
Existem três esferas dentro das quais nossa relação com Deus acontece: a litúrgica, a doutrinária e a mística. Na litúrgica, celebramos através de cultos semanais a presença divina. A doutrinária é a esfera da razão, do estudo, da busca pela verdade traduzida em credos e confissões de fé; aquela que é ensinada e aprendida dentro das estruturas pedagógicas da igreja. Já a mística é a esfera da experiência. É um saber nascido de um contato íntimo com Deus, um conhecimento forjado nas entranhas de um encontro real e pessoal. Quando somos cheios da presença do Senhor, as paredes de nossa humanidade fazem de nós odres frágeis demais para suportar o enchimento do vinho divino. A presença de Deus produz em nós ao mesmo tempo um senso de plenitude e aniquilamento.
Arrisco dizer que enquanto uma pessoa não for além da esfera litúrgica e doutrinária, sua relação com Deus jamais se aprofundará. Não se trata de considerar o aspecto místico como categoria mais importante e superior que as outras. O caso aqui não é de importância, mas de profundidade. Um culto pode estar cheio de belas música e palavras inspiradas, mas ainda assim ser um espaço de intensa superficialidade. No âmbito da doutrina, não é raro encontrar pessoas interessadas em dissecar intelectualmente a fé, porém sem qualquer disposição no coração de realmente experimentá-la profundamente.
A experiência pessoal com Deus, que aqui chamamos mística, é por natureza profunda. Não há como ter uma experiência como essa de maneira superficial – até mesmo por ser ela algo pessoal, sem a dependência dos intermediários tão presentes nas outras esferas. Quando Deus irrompe com sua misteriosa presença em reposta a um coração realmente sedento dele, então pode-se adorar sem a necessidade de música; pode-se encontrar a verdade sem a intermediação de mestres, posto que, está-se experimentando um encontro mais direto, livre de distrações, espetáculos e embalagens – coisas, aliás, muitas vezes criadas por nós para encher o vazio da presença divina no coração dos participantes de um programa dominical. Sem essa experiência mística, a esfera litúrgica torna-se ou uma rotina enfadonha, sem qualquer vivência espiritual, ou um grande show eletrizante e bem produzido, mas morto em sua essência, já que nos bancos teremos meros espectadores.
Neste contexto, a esfera doutrinária torna-se um campo de batalha, um império do detalhe, na busca obsessiva por se provar que se é mais bíblico que o outro. É gente que crê certo, estuda certo e defende o certo, mas que quando fala exala arrogância por todos os poros. Ao invés de terem o rosto transfigurado como Jesus por causa do encontro com o Pai, ostentam uma expressão transtornada pela rigidez doutrinária que aceita poucos, exclui a muitos e julga a todos. Porém, quando a experiência de Deus se torna o centro da nossa vida, então a liturgia assume um outro significado: a verdade bíblica, confessional, doutrinária ganha contornos de vida e doçura. O culto é o desembocar comunitário de uma experiência pessoal; o estudo mediado pela razão se torna uma maravilhoso complemento do conhecimento nascido do coração. Fecha-se então o círculo virtuoso no qual o pessoal e o comunitário se integram juntamente com razão e sensibilidade. As esferas se interpenetram, fazendo de cada cristão uma transparência viva pela qual a Imago Dei vai sendo revelada ao mundo.
A maior necessidade das nossas igrejas hoje não é de mais informações, métodos, planos, estratégias, gestores, artistas e organização. O que precisamos é de pessoas tocadas e tocando a presença viva de Deus. Sim, Karl Rahner, teólogo alemão, estava com razão quando disse profeticamente que “o cristão do futuro será um místico, alguém que experimentou alguma coisa, ou não será nada”. Levada às últimas consequências, essa afirmação nos fará concluir que uma das principais, senão a principal, marca de um cristão em nosso tempo está em quanto ele experimenta e não o quanto sabe ou canta sobre Deus. É na esfera mística que saímos da condição de meros participantes de um programa religioso e iniciamos uma jornada espiritual rumo ao coração do Pai.
A psicologia ensina que a infância não é um tempo passado, antes é uma presença constante na nossa vida. Embora adultos, a criança que um dia fomos vive em nós. Isto não somente é verdade no universo psíquico, mas é fato também no âmbito espiritual. Ainda vejo dentro de mim o menino espiritual que um dia fui, a me chamar da minha pretensa maturidade para retornar a simplicidade poderosa da esfera mística, onde o Senhor deixa de ser uma letra melódica ou uma ideia teológica e se transforma numa presença viva – uma presença tão transformadora que queima sem contudo aniquilar quem dela experimenta. Uma glória tão fulgurante que, talvez, somente as crianças espirituais livres de pesos eclesiásticos e teológicos estejam aptas a vivenciar.
Quanto a mim, à medida que avanço na minha caminhada rumo a Deus, mais vou sentindo a necessidade de retornar para esfera onde tudo começou…
Eduardo Rosa
via cristianismo hoje

As esferas da nossa relação com Deus

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“Buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes de todo o vosso coração. Serei achado de vós, diz o Senhor…” Jeremias 29.13-14

Deus quer dar um avivamento ainda hoje. Muitos cristãos estão preocupados com essa questão, sobre a qual há distintas opiniões. Existem pessoas excelentes e consagradas a Deus que pensam que o Senhor não mais manda um avivamento hoje em dia. Mas eu creio de todo o coração que um despertamento é a única preparação correta da Igreja de Jesus para a vinda do Senhor. Porém, temos efetivamente um motivo para supor que é vontade de Deus enviar um avivamento? Sim, pois a Bíblia promete avivamento!

É sempre fundamental que se descubra a vontade de Deus, inclusive para a nossa própria vida, pois uma pessoa somente pode ser feliz quando vive na esfera e no âmbito da vontade de Deus. É possível perder o melhor que Deus quer nos dar quando, por desobediência, nos recusamos a fazer a vontade de Deus. Como Deus nos revela a Sua vontade? Pela direção do Espírito Santo. O próprio Senhor Jesus disse que o Espírito Santo nos guiaria a toda a verdade. Todos aqueles que, de fato, quiserem se deixar dirigir serão guiados por Ele. O pressuposto para isso é que você queira fazer a vontade do Senhor a qualquer preço. Assim você nunca vai errar, pois o Espírito de 

Deus o guia a toda a verdade.

Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)
via Evangelista Ricardo Alves

Buscar-me-eis, e me achareis Jeremias 29.13-14

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O Amor Ágape



Ágape (em grego "αγάπη", transliterado para o latim "ágape"), é uma das diversas palavras gregas para o amor.
A palavra foi usada de maneiras diferentes por uma variedade de fontes contemporâneas e antigas, incluindo os autores da Bíblia. Muitos pensaram que esta palavra representa o amor divino, incondicional, com auto-sacrifício ativo, pela vontade e pelo pensamento. Os filósofos gregos nos tempos de Platão e outros autores antigos usaram o termo para denotar o amor a um esposo ou a uma família, ou a afeição para uma atividade particular, em contraste com philia, uma afeição que poderia ser encontrada entre irmãos ou a afeição assexuada, e eros, uma afeição de natureza sexual.
O apostolo Paulo translitera a sublimidade dessa palavra fortalecendo o conceito cristão.
“Que para mim é o mais perto que nossa concepção sobre o amor pode alcançar por palavras, até mesmo pela palavra ‘Amor” ser um sentimento abstrato, que se abstém de tudo que não é benigno, mas manifesta sua forma literal em gestos, atitudes, sinceros digno de representar a mais perfeita semelhança de Deus na sua real essência e imagem natural.
Em 1° Coríntios 13, encontramos 15 características do “Amor” divinamente escrito na mais humilde suplicia que ninguém já mais conseguiu descrever tão bem quanto o mais sofrido do Apóstolo, o menor de todos os servos.

O amor é sofredor: Quando amamos aprendemos a renunciar nós mesmos, e aprendemos a sofrer as fraquezas, torná-las em força para continuar.

É benigno: Benigno por nos ensinar o caminho que nos conduz a felicidade, que nos leva de volta ao jardim de sua glória, de onde vimos, mas ele nos amou primeiro, se realmente amo, como digo, então procuro ser a imagem e a semelhança de Deus.

O amor não é invejoso: Esse amor que não se inveja, é certeza que realmente eu tenho a confiança que eu amo de verdade, estou livre de sentimentos como ciúme, lascívia, e me livra de desacertos no relacionamento, ou em outras áreas sentimentais e ate mesmo familiar.

O amor não trata com leviandade: Quando amamos verdadeiramente alguém, somos verdadeiros, não procuramos ser promíscuos com a verdade, mas completamente unidos no mesmo vinculo do amor que é à base de um relacionamento sadio, um leito sem macula.

Não se ensoberbece: É quando existe uma humildade, um reconhecimento mutuo, que não existe Rei sem Rainha, é a dependência da esposa, ou noiva, e o reconhecimento das conquistas conjuntas que vem das benções de DEUS.

Não se porta com indecência: É quando o caráter é colocado a prova, quando respeitamos o próximo no que desrespeita a nós mesmo, e quando deixamos de fazer o que não gostaríamos que nos fosse feito, e quando o Respeito e colocado em primeiro lugar.

Não busca os seus interesses: Esse amor é lindo é quando deixamos de olhar para nós mesmo, e procuramos livre a partilha, em compartilhar o que sentimos uns pelos outros.
E quando somos capazes de repartir o nosso Pão com o próximo, ajudar os necessitados,
Quando exercemos o amor pelo meio da obras, e o amor se transliterando, na prática, no visível, e a manifestação visível do amor.

Não se irrita: Quando somos ornamentados com as primícias do amor, temos a temperança, temos a capacidade de ouvir e falar na hora certa somos pacíficos, andamos pela longanimidade da benevolência, colhemos os frutos da paz.

Não suspeita mal: Essa qualidade, é se torna uma virtude na vida do Cristão, que não vê as coisas com maldade, mas busca a reta justiça.

Não folga com a injustiça: Esse sentimento de não folgar com a injustiça é maravilhoso,
Não conformar com a injustiça, e nem se alegrar com ela, mas sim ser a luz da justiça entre meio a obscura nuvem da injustiça, com o resplendor do amor em nossas vidas.
Mas folga com a verdade;

Tudo sofre: Quando estamos solidificados e arraigados no amor que Deus divinamente no supri, aprendemos sofrer todas as circunstâncias cruciais que vida às vezes inesperadamente nos surpreende.

Tudo crê: Acreditar no amor e viver, e não deixar a luz se apagar, é acreditar que Deus existe, e quando cremos tudo é possível ao que crê, quando acreditamos no amor, significa acreditar em nós mesmo, que somos capazes de ser feliz, e dar sempre uma nova chance para nossa vida e felicidade, e acreditar no próximo, e acreditar que somos vencedores.

Tudo espera: Esperar requer paciência, significa perseverar, se estou realmente amando, creio que Deus está agindo na vida da pessoa que amo, trabalhando e moldando como o oleiro faz com o barro. Nunca desanimo.

Tudo suporta: Pela pessoa amada somos capazes de suportar, relevar, perdoar, e amar.


Finalmente, podemos dizer que o AMOR ÁGAPE é aquele amor que se dá e se sacrifica pelo mais alto bem da outra pessoa. Tal sublime amor prático é completamente abnegado, ou seja, busca o que é melhor para aquele que ama. O AMOR ÁGAPE também é dedicado, ou seja, continua amando aconteça o que acontecer.
I Coríntios 13:1- AINDA que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
I Coríntios 13:2- E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.

Roberto Falbo

O Amor Ágape